Fale-me de amor…

2017 foi um ano difícil. Crise política e ecônomica (resultado da crise moral que vemos hoje, no governo e na sociedade civil), desemprego, sofrimento, desilusão…

Será que é assim que queremos nos lembrar deste ano? Será que não haverá nada de bom que possamos salvar deste tempo para contruirmos um tempo melhor?

Se não há nada de bom, será que conseguiríamos pelo menos tentar fazer algo bonito para levar para 2018?

Foi dessa forma que eu comecei a escrever as primeiras linhas deste meu livro. Busquei, na raiz de minha fé druídica, a inspiração para pensar em um futuro melhor – não só para mim, mas para as pessoas que me cercam, as pessoas que eu amo.

Lembrei-me de como os antigos celtas se importavam com suas famílias: os clãs eram a base da sociedade celta. E o casamento era o início de uma família e a união de dois clãs, aumentando, assim, a teia de relações de um reino.

Para os antigos celtas, as relações pessoais e sociais eram baseados em valores como verdade, fidelidade, lealdade, coragem, honra… Valores que parecem estar desaparecendo nos dias de hoje.

De repente, percebi que uma alegria nova começava a encher o meu coração a cada página escrita, a cada história recontada. Lembrei-me de que magia é algo que se pratica  – se queremos transformar o mundo, temos que praticar essa transformação.

Escrever este livro – Casamento Celta: A Magia por Trás da Aliança  – transformou minha vida. Consegui levar esperança e beleza para as pessoas que leram minhas histórias – e isso me fez feliz.

Desejo, de todo o meu coração, que este livro continue a espalhar muitos momentos de encantamento e felicidade para muitas outras pessoas. E que a soma de todos esses momentos seja um tempo melhor para todos nós.

 

Bênçãos dos Antigos.

Bandrui de Gergóvia  – Autora

 

 

 

 

 

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