Mal de século

Será que eu sou a única pessoa no Brasil que ficou triste por que a novela das 7 (“Deus Salve o Rei”) acabou?

Talvez eu seja mesmo.  Chorei e me emocionei com cada minuto dos últimos capítulos  – belíssimos, por sinal. O último capítulo se encerrou como um conto de fadas medieval  – os vilões foram punidos, reis e rainhas justos e benevolentes subiram ao trono, o povo está feliz. (A cena final fecha com um zoom do reino em festa e a chuva caindo suavemente, como dizia a antiga bênção irlandesa…)

Não é isso que queremos? Por que deveríamos odiar uma novela que condena o mau governante (usurpador do aparato estatal para seu próprio benefício e ambição pessoal) e eleva os justos, aqueles que honestamente conseguiram vencer e espalharam sementes de generosidade e abnegação? E o que dizer das personagens femininas, que foram as verdadeiras protagonistas, como, aliás, sempre foram, em toda a História?

Não, não se trata de nenhum retrocesso. As mulheres na Idade Média (e até hoje) sempre lutaram muito, foram a base de suas famílias e de toda a sociedade. Por isso, na cultura celta, elas sempre representaram a Soberania de um reino. Curiosamente, isso não foi percebido por muitos críticos da novela (e que são fãs de produções bem inferiores americanas – só porque são estrangeiras).  A novela foi belíssima nesse aspecto: as mulheres dominaram toda a cena, com duas rainhas (Amália e Catarina) disputando o trono –

quase que os reis viram consortes! Em segundo plano, no contexto das pessoas comuns, temos uma mulher (Selena) que luta (literalmente) para ser aceita num mundo de homens (o exército do reino) e que acaba descobrindo sua nobreza no final.  Uma belíssima metáfora: meninas, lutem pelos seus sonhos, vençam preconceitos e não se surpreendam se descobrirem que alcançaram mais do que o projeto inicial de ser guerreiras vitoriosas – afinal, a Soberania não é dada, a Soberania precisa ser  conquistada. Que linda mensagem para as meninas de hoje!

Nem as bruxas foram esquecidas: mulheres e meninas (Brice, Selena, Agnes) estudando escondido (como isso, infelizmente, ainda é atual, não é mesmo, Malala?); jovens bruxas descobrindo o conhecimento ao mesmo tempo em que se descobriam mulheres, e conheciam seu primeiro amor… Em nenhum momento, essas guerreiras da magia cederam às pressões de seus amados para esquecer o estudo e se acomodar na posição de dona-de-casa – elas foram à luta, Brice conseguiu reencontrar a filha perdida, Agnes foi “a melhor das classe” (a melhor de todas as bruxas) e Selena descobriu ser filha de um rei  – e subiu ao trono como uma rainha poderosa e justa, consequência dos anos em que teve que lutar para sobreviver.

E para quem apostou no final fácil de Amália ser a filha desaparecida de um rei (o que tornaria mais fácil sua aceitação como esposa de um outro soberano)… Não, isso não aconteceu. A princesa perdida era a Selena., a jovem guerreira. Fez todo sentido.

Tinha bravura de rainha, estava na cara o tempo todo. Nós, espectadores, é que não percebemos, devido às inúmeras tramas da novela.

(E talvez por estarmos viciados demais em clichés hollywoodianos.)

Quanto a Amália, foi reconhecida pela sua história pessoal, não pelo seu berço: mesmo sendo plebeia, foi finalmente aceita como rainha por ter lutado pela justiça e pela paz em seu reino.

Todas  essas preciosidades literárias foram  coerentemente emolduradas, ao longo da novela, e até o último minuto, por uma pesquisa histórica de vestuário, costumes e arte (arquitetura, música, dança), por uma riqueza linguística (como vou sentir falta de diálogos em bom português!), por uma fotografia belíssima (toda em cores escuras como preto e vinho, bem medievais) e por efeitos especiais estonteantes, que nada deixaram a dever às produções estrangeiras.

Sim, já estou muito triste com o fim da novela. Eu, que sempre tive uma alma medieval, e com dificuldade começava a me aceitar como uma pessoa do século XX, de repente acordo, e o meu século já é o século passado! Olho para D. Sabino, o personagem central da nova novela das 7  (“O Tempo Não Pára”) e sinto uma certa simpatia por ele. Em meio a descobertas fascinantes sobre os benefícios da tecnologia, e o choque cultural da perda de antigos valores como o respeito e a honra, só me  resta a incerteza de que vai ser difícil sobreviver ao século XXI.

 

#novelas   #deusalveorei  #otemponaopara  #maldeséculo

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Dia 05 de maio – Dia Internacional da Língua Portuguesa

Hoje, dia 05 de maio, comemoramos o Dia Internacional da Língua Portuguesa – data que foi oficializada em 2009 pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O Português é a língua mais falada do mundo, a terceira mais falada no hemisfério ocidental e a mais falada no hemisfério sul.

Por meio da nossa Língua Portuguesa, somos parte de uma grande familia cultural – e sentimo-nos mais próximos de nossos irmãos de outros continentes.

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A novela das 7 após 7 dias

Hoje a novela “Deus Salve o Rei”, da Rede Globo, completa 7 dias desde sua estreia.

Ao contrário do que diziam as críticas antecipadas do fim de semana anterior, a novela é simplesmente maravilhosa. Fotografia arrebatadora, música encantada, figurino impecável, uma trama interessante… Claro, se só o primeiro capítulo tivesse sido muito bom, logo se perceberia o velho truque da “amostra grátis”, tão comum em novelas… Mas o fato é que, além de um primeiro capítulo apaixonante, a novela manteve a qualidade e o ritmo ao longo de mais de uma semana. Ou seja, parece que vai ser uma daquelas que segurará o telespectador do início ao fim.

Então por que as críticas antecipadas? Eu penso que são os velhos linchadores de plantão. Esse tipo de pessoa não é uma novidade exclusiva dos  tempos cibernéticos atuais. Se procurarmos ao longo da História, sempre há  aqueles que torcem antecipadamente para que um projeto dê errado, só porque não são eles os autores, só porque os louros da vitória não virão para suas cabeças. Como disse Tom Jobim, “no Brasil, sucesso é ofensa pessoal.”  O problema é que a velocidade vertiginosa das redes sociais aumentou muito esse fenômeno:  a maledicência  agora se expande em dimensões planetárias.

 

A novela tem efeitos visuais sofisticadíssimos e um trabalho de ambientação primoroso, que nada fica a dever às  grandes produtoras americanas. Então… não seria a crítica um mero preconceito tolo e mesquinho contra uma produção nacional?

 

“Ah, é da Globo.”  E isso é argumento contra?! A Rede Globo é uma empresa brasileira, que produz obras, gera empregos e paga impostos aqui no Brasil. Deveríamos ficar felizes por isso! A novela tem um verdadeiro exército de profissionais, desde trabalhadores manuais até criadores de arte e administradores e gestores de projeto. Em um momento de crise nacional, e com o Estado do RJ falido por corrupção e incompetência, deveríamos ser gratos porque um empreendimento está trazendo empregos e gerando renda. Sim, um empreendimento: é preciso muita dedicação, investimento, esforço hercúleo para tocar um projeto desses com qualidade, do início até o fim.

 

E antes que venha a primeira pedrada na minha direção: não, eu não sou defensora da Globo, nem da emissora X ou Y. Sou professora, a Globo não é minha cliente, não tenho nenhuma relação pessoal, profissional ou de qualquer tipo com ela.  Apenas gosto de assistir a novelas e minisséries, desde que sejam inteligentes e tenham algum conteúdo. Porque após um dia inteiro de aulas, chego a casa bem tarde da noite e assisto ao capítulo no site da emissora. Se a novela ou série não for muito boa, eu  mudo de site ou adormeço em cima do teclado…  Por enquanto, a nova novela das 7 (que eu assisto às 11 da noite) tem me cativado a cada cena.

 

Sou de uma época em que, se você quisesse assistir a um bom filme (principalmente um filme temático, “de época”), você tinha que se deslocar de sua casa  e desembolsar uma boa “grana” (gíria da época) para ir ao cinema. E isso quando estava passando algum filme bom… Não dava para escolher quando. Um tempo depois, vieram os primeiros “vídeo cassetes”;  e aí era a galera toda a se reunir, com pizza, pipoca e refri,  na casa de algum amigo ou amiga de família mais abastada, porque tanto o aparelho quanto as fitas (alugadas em um vídeo clube) eram muito caros…  Hoje eu vejo como são abençoadas as pessoas  do terceiro milênio: basta um clique e, sentado em sua poltrona favorita, qualquer um pode assistir ao que quiser. E não precisa esperar: pode acessar provedores e “baixar” os filmes e séries, e deixar para assistir quando quiser, dublado ou legendado. Agora não somente a pizza, mas tudo é à moda da casa e ao gosto do freguês.

 

Ou talvez nem tão abençoados assim… Talvez tenha sido exatamente essa facilidade para se conseguir qualquer coisa o que tornou a vida monótona, sem emoção…  Daí nem mesmo uma boa série, novela ou filme consegue produzir qualquer efeito nas mentes que já se entediaram com tudo. De fato, a única coisa que uma mente preguiçosa consegue pensar (e dizer) é a crítica. Crítica quase sempre infundada. E quase sempre para afundar o criticado.

 

Eu alerto: gente, uma emissora de TV aberta está investindo horrores para produzir uma novela bonita, com temática medieval (não é fácil!) e sem chance de merchandising no meio – uma novela que não dá tanto lucro quanto as outras de temáticas mais modernas, onde se pode enfiar todo tipo de comercial dentro da trama. Se não apoiarmos a iniciativa, contribuindo com nosso aplauso para o sucesso da novela, corremos o risco de voltarmos a ter somente programas com temáticas de crime organizado, tiroteio, morte, muito sangue jorrando na tela…É isso que vocês querem?

 

Eu não. Eu não aguento mais ver violência urbana na TV. Isso eu já vejo na realidade todos os dias. Eu quero mais é que não somente a Globo, mas outras emissoras também invistam em programação mais variada e de conteúdo. E com muita arte!

 

“A arte existe para que a realidade não nos destrua.” (Friedrich Nietzsche)

 

No que depender de mim, a nova novela das 7 será sempre muito aplaudida.

Deus Salve o Rei! 🙂

 

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As escolhas que fazemos

As escolhas que fazemos expressam nossa Soberania. E marcam nosso destino para sempre.

Pense nisso com carinho. Pense hoje.  🙂

 

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Lore, a sabedoria de um povo

Muitos autores escolhem uma citação de algum filósofo ou pensador famoso como mensagem de abertura de seus livros.

Eu preferi a sabedoria popular. 🙂

 

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A cura para o mundo

“Níl leigheas ar na ngrá ach pósadh.”

[“Não há cura para o amor,
a não ser o casamento.”]

(Provérbio irlandês)

 

Esse pequeno diamante da sabedoria popular irlandesa foi a citação que escolhi para abrir meu livro “Casamento Celta: A Magia Por Trás da Aliança”. Não somente por ser o amor um poder curativo no qual eu acredito, mas também porque penso que o mundo anda precisando de mais amor e gentileza. Por toda a parte, não só nas ruas, mas também nas redes sociais, vê-se um crescimento muito grande de agressividade entre as pessoas.

Pensando em como o meu livro poderia ajudar a trazer um pouco mais de afeto a esse mundo atual tão belicoso (e tão beligerante!), saí para uma caminhada e, de repente, vi uma moto parada em uma rua de meu bairro. A mensagem pintada na frente da moto me fez sorrir…

 

 

 

 

 

 

 

Entendi o recado da sabedoria divina. Se queremos ver mais amor no mundo, temos que pensar no amor, sentir amor, querer o amor.

Afinal,  essa é uma lei mágica universal: quem pensa, atrai. 🙂

 

 

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Quando o feitiço virou contra o feiticeiro

De todas as versões medievais do romance de Merlin e Viviane (a Dama do Lago), a minha favorita é a de Robert de Boron. Além de ser a versão escrita mais antiga, é a única que parece ter escapado à influência da misoginia medieval.

Nela, Merlin usa magia para impressionar e seduzir a Dama do Lago. Mas quem acaba encantado é ele… Como uma Sherazade do bosque, Viviane consegue converter o desejo do mago em amor verdadeiro, protagonizando uma das mais lindas histórias de amor  de todos os tempos.

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A história desse romance está no capítulo 3 do livro Casamento Celta: A Magia Por Trás da Aliança. A ilustração é “Merlin and Vivien”, de W. Otway Cannell (1917).

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O respeito que um dia as mulheres tiveram

Na Antiguidade, algumas sociedades (como a grega e a romana) eram bastante patriarcais e a condição da mulher era de submissão total ao homem. É por isso que até hoje existe esse costume do pai entrar com a filha no casamento e “entregá-la” ao noivo – a mulher é, assim,  um objeto, um bem de família passado das mãos de um homem para outro homem.

 

Na sociedade celta, as mulheres podiam escolher seus maridos – por isso, os noivos entravam sozinhos no casamento e se juntavam diante do altar. A mulher também podia se divorciar do marido sem grandes complicações, recuperando sua condição de solteira e os bens que porventura tivesse levado para o casamento. Se a mulher era de condição social inferior à do homem e não tivesse contribuído com bens materiais para a união, quando havia a separação, era calculado o tempo em que ela trabalhou no matrimônio (cozinhando, tecendo, etc) e ela recebia um valor proporcional ao tempo em que trabalhou. É o que se verifica nas Leis Brehon da antiga Irlanda.

 

Houve mulheres que atuaram como brehon, ou seja, houve juízas.  Brigh Brigaid (também grafada como Briugaid or Brughaidh) foi uma mulher que atuou como brehon na Irlanda no século I d.C. Suas decisões judiciais foram citadas como precedentes durante séculos após sua morte. Ela é mencionada no Senchus Mór, um compêndio de leis antigas da Irlanda.

 

Entretanto, com a conquista das terras celtas pelos romanos, os Druidas foram perseguidos e a cultura celta começou a desaparecer. – isso antes mesmo da Idade Média começar. Com o  avanço do Cristianismo, os costumes celtas foram sendo suprimidos, e a condição imposta à mulher foi a de submissão e dominação, conforme a visão misógina e opressora do Cristianismo romano. Então, durante a maior parte da Idade Média, a situação da mulher era de sofrimento: ter de  suportar um casamento que não escolheu  – e muitas vezes com cônjuges agressivos e sádicos.

Um marido ciumento espanca a esposa enquanto vizinhos observam, omissos. Imagem de um manuscito medieval holandês.

 

Foi somente com o surgimento do amor cortês no fim da Idade Média que esse conceito começou a mudar: uma nova visão, surgida no florescente reino da Aquitânia, com trovadores e artistas, que reverenciavam a mulher com poesia e arte, e esperavam dela o aceite de seu amor. O termo cortês significa exatamente isso: gentil, refinado, polido, com  modos de corte. Assim teria que ser um homem  se quisesse conquistar uma mulher.

Sem dúvida, isso foi o início da revolução feminina, o primeiro passo de uma longa jornada de volta ao respeito que um dia as mulheres tiveram em sociedades nobres como a celta.

 

 

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O amor cortês: elevação da mulher na Idade Média e início da emancipação feminina

A arte de cortejar a mulher, por meio de poemas e galanteios obter o seu “sim” – o amor cortês – surgiu na segunda metade da Idade Média. Antes disso, a violência física e verbal contra a mulher era considerada “normal”. Por toda a Europa, as agressões domésticas levavam mulheres a preferir a morte.

“Graças à revolução amorosa, os homens refinaram-se, poliram-se, tornaram-se um pouco mais civilizados, corteses, aprendendo a cortejar a dama até onde ela o permitisse. Elas então passaram a dar a palavra final. Hoje, graças a isso, sem o sim feminino, sem o seu consentimento, não há amor, não há romance, não há paixão. Poder dizer sim, poder não: esse foi a mais notável contribuição medieval aos tempos vindouros. E se hoje, no mundo ocidental, elas ainda estão galgando posições em busca de igualdade de condições, devemos precisar o primeiro passo em direção à essa emancipação: o amor cortês, carinhoso e gentil, criado pelos medievais.”1

1 COUTINHO, Priscilla Lauret e COSTA, Ricardo da. Entre a Pintura e a Poesia: o nascimento do Amor e a elevação da Condição Feminina na Idade Média. http://www.ricardocosta.com/artigo/entre-pintura-e-poesia-o-nascimento-do-amor-e-elevacao-da-condicao-feminina-na-idade-media

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Hoje é Dia Mundial da Gentileza

A ideia de um dia para celebrar (e relembrar) a necessidade de um mundo mais gentil  surgiu numa conferência em Tóquio em 1996,  com grupos que propagavam a ideia da gentileza. A criação oficial do movimento foi no ano de 2000.

Aqui no Brasil, nosso grande mestre na arte da gentileza foi, e sempre será, José Datrino, mais conhecido como o “Profeta Gentileza”. Ele costumava pintar, em pilares de viadutos e pontes, frases com chamadas para sua filosofia. Hoje, suas pinturas são tombadas como patrimônio cultural. Alex Nicolaeff (diretor do Departamento de Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro em 2000) comparou os escritos do Profeta à arte rupestrpor sua diagramação inteligente e profundidade temática. O professor Leonardo Guelman, da UFF, diz que a obra de José Datrino é um “livro urbano, uma obra única”.

O profeta pintou seus murais entre 1980 e 1990. Quando chamado de louco por outras pessoas, o Profeta Gentileza respondia: “”Sou maluco para te amar e louco para te salvar”.

Vamos seguir os ensinamentos do Profeta Gentileza. Dê um sorriso, diga uma palavra simpática, seja gentil… Gentileza é muito mais simples do que se imagina. E, como dizia o Profeta, “atrai mais gentileza”. 🙂

 

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